![]() |
|
Fez o projeto geral o arquiteto José Maria Jacinto Rebêlo. Existem nesse cemitério capelas com jazigos de muitas famílias e túmulos ricamente ornamentados, relembrando a saudade e o amor, que são tributados a entes queridos tombados para sempre. Aí ficam as sepulturas e jazigos das famílias Agra, Nioac, Conde da Estrela, Gonçalves, Visconde de Mauá, Marechal Simeão de Oliveira, Da. Ludovica Maria Andrew de Souza, Conselheiro Luís Felipe de Souza Leão, Belisário Soares de Souza, irmãos Mangeon, Moretzsohn, David Campista, família Bellens, Visconde de aguari, Brigadeiro Zeferino Freire, Visconde de Itamaraty, Barão do Flamengo, Marquês de Bonfim, Marquês de Olinda, Duque de Caxias (depois removido para o Pantheon, na Av. Pres. Vargas), e muitos outros. Fonte: Milton Teixeira O cemitério do Catumbi da ordem III de São Francisco de Paula, foi no Brasil o primeiro campo santo. Anteriormente as sepulturas, como sabemos, estavam reservadas nos pisos e nas criptas das igrejas e capelas o que de certa forma só beneficiavam os ricos. Os pobres e escravos eram enterrados em qualquer lugar, no quintal das casas ou nos campos de plantações. O primeiro cemitério destinado a não indigentes e a céu aberto foi o de Catumbi, isto pelas razões apartadas no artigo II. Sepultura dos filiados à irmandade de São Francisco de Paula devido a terrível epidemia (1850) que elevou grandemente o número de óbitos tornando pouca as igrejas.
|